Isso tem nome: despersonalização e desrealização. Estudos apontam que até 70% das pessoas vivenciam algum episódio ao longo da vida, e o transtorno afeta de forma significativa cerca de 1 a 2% da população. Você não está sozinho, e não está ficando louco. Sou Lucas Augusto, psicólogo especializado nesse transtorno, com pesquisa publicada e atendimento clínico desde 2021.
Em 2017, ainda na graduação, eu mesmo passei por um episódio de DPDR. Essa experiência moldou o profissional que me tornei.

Em 2017, ainda na graduação, passei por um episódio de despersonalização que durou cerca de três meses. Essa experiência mudou a direção da minha carreira. Desde então, dedico minha prática clínica e minha pesquisa ao transtorno que eu mesmo vivi.
Sou Lucas Augusto, psicólogo (CRP 07/35339), graduado pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (2021) e mestre em Psicologia e Saúde pela mesma universidade (2025). Meu trabalho de conclusão de curso foi dedicado à DPDR e à Terapia de Aceitação e Compromisso, publicado na revista Perspectivas em Análise do Comportamento.
Utilizo principalmente a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagens com evidência científica para DPDR. O foco do trabalho não é eliminar os sintomas pela força de vontade. É ajudar você a construir uma relação diferente com eles, de forma que a despersonalização deixe de organizar toda a sua vida.
A DPDR costuma ser alimentada pela hipervigilância e pela tentativa constante de "se sentir real de volta". Esse ciclo esgota e mantém os sintomas ativos. Trabalhar com ACT nesse contexto significa aprender a se mover em direção ao que importa para você, mesmo quando a sensação de irrealidade ainda está presente.
Foco principal do consultório. Trabalho com sintomas dissociativos crônicos e episódicos, com base em pesquisa própria sobre flexibilidade psicológica.
Quadros que frequentemente aparecem antes ou junto da DPDR. Tratamento em TCC e ACT com protocolos adaptados.
Para pessoas que estão vivendo um período difícil sem necessariamente ter um diagnóstico claro — angústia persistente, sensação de sobrecarga, dificuldade de se reconectar com a própria vida.
O objetivo é entender o que você está vivendo, desde quando, e o que você espera do processo. A partir daí, começamos a trabalhar.
As sessões costumam ser semanais. É possível contratar sessões avulsas ou um pacote mensal de sessões. A duração do processo varia e é algo que revisamos ao longo do caminho.
O contato e o agendamento são feitos pelo WhatsApp. Você pode enviar uma mensagem a qualquer momento para tirar dúvidas antes de marcar a primeira sessão.
As perguntas que aparecem antes da primeira mensagem. Se a sua dúvida não está aqui, pode mandar pelo WhatsApp.
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Quem vive com despersonalização muitas vezes passa um longo tempo tentando entender o que está acontecendo antes de buscar ajuda, e mais tempo ainda tentando encontrar alguém que realmente conheça o transtorno.
Se você está nesse ponto agora, pode entrar em contato. A primeira sessão já é parte do trabalho, e costuma ser o passo mais difícil de dar.
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